Seguro APP: o que é e quais são as suas coberturas?

Caso você tenha entrado no grupo de motoristas EAR (exerce atividade remunerada) e começou a usar o seu carro para fins comerciais, sobretudo quando o objetivo é o transporte de pessoas, já deve ter ouvido falar sobre o seguro APP (acidentes pessoais de passageiros).

Independente de como você exerce sua atividade (Van Escolar, Táxi, Uber ou quaisquer transportes com frequência de passageiros), o seguro APP é obrigatório.

Então, o que isso significa? Como e em quais casos eu posso acioná-lo?

Em resumo, o seguro APP é simplesmente um seguro de acidentes pessoais de passageiros em casos de batidas em que exista a emergência de socorro, ou até em situações mais sérias que possam causar a morte ou a invalidez do passageiro.

Mas vamos nos aprofundar nas contratações, coberturas e afins.

Explicando melhor o que é o seguro APP

No ato da contratação, o seguro APP pode ser fechado por qualquer um. É fundamental informar o interesse nessa cobertura adicional à sua corretora de seguros.

Caso ocorra algum acidente, o seguro garante e indeniza os passageiros do veículo segurado por danos físicos.

Quais são as coberturas do seguro APP

São seguradas as ocorrências de morte ou invalidez, permanente ou parcial, dos passageiros – e isso inclui o próprio motorista. Caso seja necessário, o seguro também cobre as despesas médicas e hospitalares para o atendimento do passageiro.

Contudo, danos físicos temporários não serão indenizados. Como, por exemplo, dores por conta de uma batida ou um pequeno corte que não resulte em danos permanentes.

Seguro obrigatório para motorista de Uber

Caso você seja um novo motorista de Uber, entenda que o seguro APP é obrigatório desde o momento do cadastro para trabalhar com o aplicativo, sendo a cobertura mínima de R$50.000,00 por passageiro.

É primordial que o novo motorista do aplicativo apresente o pagamento quitado do ano corrente do seguro DPVAT.

O Seguro APP é diferente do Seguro para Terceiros

As dúvidas em relação aos dois seguros são frequentes, mas é fundamental compreender as divergências entre os dois produtos. Na proposta do produto ou na própria apólice, é fácil perceber as diferentes nomenclaturas. Como por exemplo, a de terceiros estará qualificada como sendo Danos materiais/Corporais a terceiros ou como Responsabilidade Civil Facultativa – RCF.

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